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Carro falha e casal se livra de seqüestro-relâmpago
Já dizia o ditado: há males que vêm para bem. Foi o que aconteceu com o casal André Luiz de Siqueira Arruda (24) e Aparecida Joana de Moraes. O que seria motivo de irritação no dia-a-dia acabou em alegria. OK, não vamos exagerar. Mas acontece é que o casal adorou quando o carro em que estavam quebrou no meio de uma avenida no bairro Cidade Verde (que de verde quase nada há).
Andre e Cida estavam em frente a casa dela, se despedindo, às 3h. Estavam naquela de, "diz tchau você", "não, diz você primeiro", quando dois homens se aproximaram. Um dos ladrões estava armado com um revólver. Era um assalto... pior, um seqüestro-relâmpago.
O jovem foi obrigado e passar para o banco de trás enquanto um dos ladrõezinhos se apossou do volante. Começou a viagem, que parecia ser longa. Só parecia, porque o carro parou, pifou, quebrou, arreou em um bairro vizinho, o Cidade Alta. Eles estavam próximos a uma drogaria quando o automóvel morreu de vez. Tentaram fazê-lo funcionar e nada.
Os ladrões ficaram irritados com a situação. Não entendiam nada de carro e resolveram desistir do seqüestro-relâmpago, que na verdade foi um seqüestro-ultra-relâmpago. Eles roubaram um telefone celular, R$ 22 e fugiram a pé. O casal também teve que voltar a pé, porque o carro não quis voltar a funcionar de maneira alguma.
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MarceloAlves
às
17h51
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Africa do Sul: Camisinha feminina antiestupro gruda em pênis de agressor.
"Ninguém nunca fez nada para ajudar as mulheres, para que elas não sejam estupradas, e achei que já estava mais que na hora", disse Sonette Ehlers, 57, sobre o "rapex" (algo como "estuprex"), um dispositivo parecido com um absorvente interno (ou "tampax") que já causa polêmica no país.
As estatísticas policiais mostram que mais de 50 mil estupros são registrados por ano na África do Sul. Especialistas dizem que o número real pode ser o quádruplo disso, já que a maioria dos estupros em que os agressores são pessoas conhecidas, ou em que a vítima é criança, não é denunciada.
Ehlers disse que o "rapex" gruda-se à pele do agressor, dando à vítima tempo para fugir, além de ajudar a identificar os culpados.
"Ele vai estar muito preocupado a essa altura", disse ela a repórteres em Kleinmond, uma pequena cidade turística cerca de 100 km a leste da Cidade do Cabo. "Garanto que vai doer bastante. Ele vai direto para um hospital."
O dispositivo, feito de látex e fixado por farpas afiadas, só pode ser removido cirurgicamente. Assim, a equipe do hospital vai ficar sabendo do estupro e denunciá-lo à polícia, explicou a inventora.
O "rapex" também reduz a possibilidade de a mulher ficar grávida ou pegar Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis, já que funciona como uma camisinha feminina.
A África do Sul é o país que mais tem vítimas do HIV/Aids no mundo todo. Um em cada nove de seus 45 milhões de habitantes está infectado.
Ehlers, que apresentou um protótipo do dispositivo na quarta-feira, disse que as mulheres já o testaram para ver se ele pode ser usado confortavelmente, mas que a camisinha nunca foi testada num homem de verdade, apenas num modelo de plástico. A produção deve começar no ano que vem.
Mas o "rapex" causou preocupação entre ativistas antiestupro, que temem que ele faça aumentar a violência contra as mulheres. "Se a vítima estiver usando um dispositivo como esse, o agressor pode ficar ainda mais furioso, o que pode causar mais danos", disse Sam Waterhouse, da entidade Rape Crisis.
Outras pessoas acusaram a camisinha de ser um método medieval e bárbaro -- adjetivos que, para Ehlers, deveriam ser usados para o estupro.
Fonte: Jornal O Dia.
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MarceloAlves
às
01h18
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Cliente é preso após abaixar a calça para segurança pegar na picanha.
Inusitado. Quem viu o segurança do Supermercado Modelo pedindo para um cliente abaixar as calças não deve ter entendido nada. A situação complicou quando o segurança, olhando para o volume nas calças do freguês, disse que queria colocar as mãos na picanha. Noooffa.
O que poderia ser interpretado como um desviado de função, quer dizer, desvio de função, era na verdade o cumprimento da obrigação do segurança. O cliente era acusado de sair do mercado levando mercadorias escondidas dentro da calça.
Aloísio Alves da Costa (41) foi ao Supermercado Modelo da avenida Fernando Corrêa da Costa por volta de 21h15. Ele passeou pelas gôndolas, olhou os produtos e estava saindo tranqüilamente quando foi abordado por um segurança. Aloísio não havia passado pelo caixa. Ele alegou que desviou das registradoras porque não havia comprado nada. É, ele não havia comprado, havia furtado.
O segurança pediu que ele levantasse a camisa. O segurança nem olhou para a pança de Aloísio, apenas para o "volumoso". Explico. E faço questão de transcrever um trecho do Boletim de Ocorrência: "(...) percebeu que ele tinha um grande volume na parte frontal da calça". O segurança nem hesitou e tacou a mão. Ao traze-la de volta, a surpresa: uma picanha de 1,6 quilos. Sim, Aloísio havia escondido dentro da calça uma picanha no valor de R$ 20,70 que ele havia tentado furtar do supermercado.
Aloísio foi levado para a Delegacia Metropolitana de Cuiabá. Ele disse que está desempregado há um ano e seis meses e que furtou a carne para comer. O acusado já esteve preso por cinco anos e quatro meses por tráfico de drogas.
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MarceloAlves
às
00h16
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Casal sai no tapa por causa da programação da televisão.
Nem novela, nem jornal. Um casal de Cuiabá teve que deixar a televisão de lado e ir pro xadrez. E sem televisão. Valdemir Ferreira da Costa (38) e Luciane Garrido Pinto (31) brigaram intensamente por causa da programação da TV. Ele queria assistir o jornal. Ela queria assistir novela. A televisão era uma só.
Luciane disse que o controle remoto ficou no centro da disputa e Valdemir a atingiu com um soco no rosto. Em seguida vieram chutes e tapas. A polícia teve que ser chamada para terminar a briga e desligar a televisão. Marido e mulher tiveram que ir juntos à delegacia.
Em uma cena que geralmente só é vista em novelas, a briga por um motivo tão banal acabou virando notícia de jornal. Valdemir e Luciane foram liberados mas intimados a comparecer ao Juizado Especial Criminal.
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MarceloAlves
às
00h06
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Anos 80: Punk, a levada da breca vai ser mãe.
Quam não se lembra do seriado "Punk, a levada da Breca", exibido pelo SBT nos anos 80? Pois é, a garotinha Punky Brewster cresceu. A atriz Soleil Moon, que interpretava a personagem, hoje tem 29 anos e vai ser mãe. Casada com Jason Goldberg, produtor da série Punk'D da MTV, ela acaba de ter sua primeira filha, Poet Sienna Rose Goldberg, que nasceu em Los Angeles, pesando 3,5 kg.
Fonte: Jornal Estado de Minas.
Escrito por
MarceloAlves
às
16h00
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